sexta-feira, 7 de março de 2014

1 ano sem Chorão


Ontem completou um ano que o céu azul, não é mais tão azul. Quando penso no Chorão, parece que estou me referindo a um amigo que andava de skate comigo, me aconselhando sempre que precisava, e sinceramente, Chorão me aconselhava em todos os momentos da minha vida, e até hoje é assim, quando erro, lembro que "não deixar que a vida passe em vão, sem que eu possa errar também”, que nada é “tão complicado de mais, mas nem tão simples assim” e que “Se você não faz com a vida a vida faz com você”.
Quanto as minhas decepções, lembro que “molduras boas não salvam quadros ruins”, “quem é de verdade sabe quem é de mentira”, “um homem de verdade não se faz só com palavras” e “as flores são bonitas em qualquer lugar do mundo”.
Já que “os homens podem falar, mas os anjos podem voar”, espero que agora, tu estejas voando, sobre esse lugar azul, “cor da parede da casa de Deus”, enquanto todos os teus fãs, estarão aqui nos “dias de luta, dias de glória”, sempre lembrando a “nem ganhar, nem perder, mas procurar evoluir”, sabendo que “o que se leva dessa vida é o que se vive, o que se faz” e tendo a certeza de que “intelecto de cu, é rola!”.
Pois é meu amigo, "mesmo os mais fortes às vezes não encontram uma saída" e tu, “deixou nego na saudade”, mas se perpetuou para todo o sempre em nossos corações, já que “só o que é bom, dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível”, não lamento mais por tu ter ido pra esse “novo mundo”, fico contente por eu ter feito parte da geração Charlie Bronw Jr, a maior banda do mundo, e tu, Chorão, meu maior ídolo pra sempre, só espero que esteja em paz, “sei que vou te encontrar” um dia, porque “só o amor constrói pontes indestrutíveis”.
Charlie Brown amor eterno, Charlie Brown de pai pra filho.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

3 Anos de blog

Olá, é com imensa alegria que comemoro hoje 3 anos de blog. Se tem alguém que conhece este desde o início percebeu a metamorfose ambulante que sou. As vezes, fico lendo minhas postagens antigas, e em partes já não penso mais assim, porém é um pedaço de mim, um pedaço da minha história.
Aproveito também a data, para agradecer pelo voto que recebi na Câmara de Vereadores de São Gabriel, pelo dia do Blog, em especial, a Vereadora Neca Bragança pela inciativa. Muito obrigada.
Sabe, andei me machucando mês retrasado, mais precisamente em 26 de julho, quebrei o pé e passei pelo mês mais difícil da minha vida.
Comecei agosto com gesso até o joelho, e com uma auto-estima lá embaixo, como se nunca mais fosse me recuperar, como se a insatisfação com toda aquela situação fosse me levar aos trilhos do trêm e esperar que passasse em cima de mim.
Foi tão complicado precisar da minha família pra tudo, não conseguir me servir na hora do almoço, não conseguir arrumar a cama, não conseguir andar e principalmente, não poder treinar (sendo que já estava inscrita em um campeonato de jiu jitsu).
Hoje, fazem dois dias que tirei o gesso, e me sinto tão cheia de esperança e motivação. Não estou completamente recuperada, ainda não posso treinar e andar normalmente, comecei as fisioterapias e já na primeira cessão já me sinto melhor.
Vendo as coisas de outros olhos, vejo como fui injusta comigo e com todos que estão próximos a mim, meu Deus, porque reclamamos tanto? Eu só quebrei um ossinho do pé, que ao total de 3 mês estarei recuperada e completamente normal. 



quarta-feira, 5 de junho de 2013

Surf na calçada


O Skate é um esporte que começou na Califórnia nos anos 60 e desde então, não parou mais,  chegou ao Brasil, popularizou-se e foi mudando vidas, porém apesar de ser um esporte como qualquer outro ainda há gente com preconceito com os skatistas.
Os surfistas Californianos entediados em função da maré baixa e a seca na região em 1960, decidiram que precisavam de um meio para poder “surfar no asfalto” criando assim o Skate, que inicialmente chamou-se de sidewalk surf e a ideia era fazer na rua, o que eles executavam nas ondas. Alguns anos depois, o esporte chegou ao Brasil nas ruas do Rio de Janeiro e São Paulo, logo na década de 70 popularizou-se para o interior e fez mais sucesso ainda.
Enganou-se quem pensou que era impossível praticar o skate quem tem alguma deficiência física, mesmo sendo um esporte radical, não há nada que com força de vontade não se consiga. Um caso de superação que é levado como motivação e exemplo pra muitos, é o jovem Ítalo Romano, que teve as pernas amputadas em um acidente quando tinha apenas 11 anos de idade. Hoje com 22, achou no skate uma forma de viver, tanto que ano passado foi convidado pelo programa O Caldeirão do Huck a ir na casa de Bob Burnquist que é pentacampeão da Megarrampa para um desafio: descer a megarrampa montada na casa de Bob. Aceitou o desafio e na terceira tentativa realizou com tanto sucesso que foi elogiado por Burnquist.
Quem anda de skate sabe que nem tudo é positivo, e a parte negativa vem das pessoas que não andam, que não conhecem e que não entende o skate. Muita gente taxa os skatistas como marginais ou drogados, esquecendo-se que drogas podem existir em qualquer meio social e se existe no skate, provavelmente existe sim, assim como existe no futebol, na música e em vários outros lugares. O que as pessoas tem que entender é que não se pode generalizar as coisas. Skate não é fácil, há um grau de dificuldade enorme para andar, mas tem pessoas com facilidade que sonha em ser competidor e mostrar ao mundo que sabe andar, dedicando-se assim só para o esporte, as vezes deixando de trabalhar para andar fazendo-se assim vulnerável a essas críticas.
Tudo que acreditamos é possível, imagine um homem sem as pernas andar de skate e pessoas reclamando por terem de acordar cedo. A vida é muito mais que julgar os outros sem conhecer, não há mais espaço pra preconceito, temos que evoluir nossa mente.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Saudade

Tentando entender o que se passa na cabeça de quem ama, me ocorreu uma dúvida: Será que todo amor é válido mesmo quando a distância é além do que está ao nosso alcance, quando a morte separa duas pessoas e mesmo assim, a que permanece viva não para de amar e sofrer cada vez mais com a perda?
Não é preciso muito pra explicar o quanto a perda de alguém que amamos é extremamente dolorosa e como isso destrói, demole e abala a nossa estrutura física, mental e emocional, é como a lógica do caos, isto é, a ordem da desordem que, a todo instante, permeia mais e mais a existência, a vida dos homens, o que esta fora do nosso alcance, que não podemos controlar.
Eu sei melhor do que ninguém como é perder alguém que se ama de verdade, pois perdi a minha bisavó a 6 anos e com sinceridade, ainda não superei completamente esta perda, mas aos poucos estou enchendo a minha alma daquilo que outrora deixei de acreditar, como por exemplo, o amor, tanto de pessoas, como o de Deus, pois quando acontece alguma coisa sempre queremos culpar alguém, mas quando é uma fatalidade geralmente colocamos a culpa em Deus, pois não há mais a quem culpar.
Quando eu vejo alguém reclamando que a sua avó não escuta, ou que se esquece de tudo, me dá uma tristeza que não consigo nem descrever em palavras, pois essas pessoas mal sabem que eu daria tudo pra ter a minha de novo comigo. Outro dia, vi na televisão uma reportagem sobre maus tratos com idosos, isso me deixou tão nervosa que não consegui continuar assistindo, pois sou extremamente sensível a esse assunto, tanto que quando vou fazer doações ao Lar dos Idosos de minha cidade saio de lá que mal consigo falar, pois os idosos sempre contam de como sentem falta dos filhos e familiares que os abandonam e nem se quem vão visitar.
Se eu pudesse fazer um pedido, com certeza pediria pra ter a minha bisavó de novo comigo, como eu sei que isso sim é impossível, eu só peço que as pessoas comecem a dar valor ao que elas têm, pra não ter que dar valor pra o que elas tinham. 

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Eu te amo

Sabia que no japão existem três maneiras de dizer “Eu te amo”?
Você diz Daisuki para seus amigos e ficantes.
Diz Aishiteru para um namoro mais sério.
Koishiteru para a pessoa com quem você quer passar o resto da sua vida.
E eles seguem isso à risca. Isso é uma das coisas que eu admiro neles. Eles não banalizaram o “Eu te amo” como nós fizemos..

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Fundo do poço DilmaVez

Quero dar parabéns pra todos os gravemente feridos na cabeça que votaram na Dilma. Tá certo que vocês amam o Dia das Bruxas, mas prolongá-lo até 2014 foi demais.